Criptomoedas no Ezz
Um pagamento em criptomoeda tem uma propriedade que nenhuma outra via da caixa partilha: não há ninguém a quem pedir a anulação. Não existe emissor para contestar, banco para reverter nem prestador para conciliar à mão. O que existe é um registo público, um identificador e uma sequência de confirmações. Esta ficha trata dessas três coisas e do que elas exigem de quem paga. As fichas por moeda estão em Litecoin e USDT.
Ver a caixa do EzzA rede é a decisão sem correção possível
A moeda e a rede são campos distintos. O USDT circula em várias redes, cada uma com endereços de formato próprio e comissões próprias; o Litecoin tem uma rede só, o que elimina esta decisão por completo. A regra operacional é única e não tem exceções: a rede escolhida na caixa tem de ser exatamente a rede usada no envio. Um envio feito na rede errada chega a um endereço que existe noutro registo e deixa de ser recuperável por qualquer das partes. Nenhum apoio ao jogador, de nenhum operador, tem meio de o reverter.
O que o hash prova
Cada transação recebe um identificador único, o hash, visível no explorador público da rede. Esse identificador prova três factos ao mesmo tempo: que o envio partiu de um endereço concreto, que se destinou a outro endereço concreto e que ficou registado a determinada hora. É a prova mais completa que qualquer via de pagamento produz — e a única que o jogador consegue consultar sozinho, sem depender de nenhuma instituição. Guardá-lo até o saldo mexer é o hábito que transforma um problema de horas num pedido de dois minutos.
Confirmações e o estado por creditar
Entre o envio e o crédito existe um intervalo em que a transação já está na rede mas ainda não reuniu o número de confirmações exigido pelo operador. Nesse estado, o explorador mostra a operação e a conta de jogo não mostra nada — o que é normal e não requer qualquer ação. O erro habitual é interpretar o intervalo como falha e enviar uma segunda vez: passam a existir dois envios reais, ambos irreversíveis, e um deles não estava previsto no orçamento de ninguém.
Quem cobra o quê
A comissão que se paga num envio pertence à rede, não ao operador nem à caixa. Varia com a congestão do momento e com a rede escolhida, e é cobrada mesmo quando a operação falha por outro motivo. Do lado do operador não há comissão de plataforma. Em contrapartida, existe uma conversão: o saldo de jogo é denominado em euro, pelo que o valor enviado é convertido ao câmbio do momento em que a transação é creditada. Registar esse câmbio no momento do carregamento permite depois comparar honestamente a entrada com a saída.
Pseudonimato não é anonimato
Os endereços não trazem nome, mas o registo é público e permanente, e a conta de jogo continua sujeita às mesmas obrigações de identificação de qualquer outra via. Cartão de Cidadão frente e verso, comprovativo de morada com menos de três meses e comprovativo do meio de pagamento continuam a ser pedidos antes da primeira saída, como consta na ficha de levantamentos. A criptomoeda evita partilhar dados bancários; não dispensa a verificação.
O caminho de volta
O levantamento segue para um endereço indicado pelo jogador, normalmente na mesma moeda e na mesma rede do carregamento, com prazo até 24 horas após a aprovação. O endereço deve pertencer a uma carteira controlada por quem joga: enviar diretamente para um endereço de depósito de uma plataforma de troca é possível, mas basta um requisito de identificador adicional por cumprir para o valor ficar preso do outro lado, num sítio onde o operador já não tem intervenção.
Valores desta via
| Operação | Mínimo | Prazo |
|---|---|---|
| Carregamento em criptomoeda | ~€20 | Após as confirmações da rede |
| Levantamento em criptomoeda | €20 | Até 24 horas |